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Rede Federal está no ranking de melhores instituições de ensino superior do País

Indicadores são do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)

  • Por IFTM Reitoria
  • Publicado em 01/12/2017 às 16:10
  • Última modificação 04/12/2017 às 15:06
Rede Federal está no ranking de melhores instituições de ensino superior do País
Rede Federal está no ranking de melhores instituições de ensino superior do País
Crédito: Divulgação

Indicadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsáveis pela avaliação da qualidade da educação superior oferecida em 2016, apontam que a Rede Federal está no ranking das melhores instituições de Ensino Superior (IES) do País. De acordo com o Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC), divulgado no dia 24 de novembro, 35% dos Institutos Federais (IFs) e Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) avaliados receberam conceito 4, considerado excelente, e os 65% restantes receberam nota 3.

Outro dado apresentado pelo órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC) foi o Conceito Preliminar de Curso (CPC). Nesta categoria, 1% dos institutos federais recebeu a nota máxima, 5. Outros 48% da Rede obtiveram nota 4 e, 49%, nota 3.

Em 2016, foram avaliados os bacharelados nas grandes áreas de saúde, ciências agrárias e áreas afins e os cursos tecnológicos relacionados às áreas de ambiente e saúde, produção alimentícia, recursos naturais, militar e segurança. Esse universo representou 18 áreas de avaliação, 4.300 cursos e 195.757 participantes no exame. Destes, 102 cursos e 3.532 estudantes são da Rede Federal.

IGC – O cálculo do IGC é realizado anualmente e considera a média dos dados do CPC do último triênio. Também são consideradas a média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu, a partir de dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e a distribuição dos estudantes entre os diferentes níveis de ensino, graduação ou pós-graduação stricto sensu. Esse último critério se baseia em dados do Censo da Educação Superior e da Capes.

CPC – O cálculo do CPC tem por base a avaliação de desempenho de estudantes, por meio do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade); o valor agregado pelo processo formativo, a partir do Indicador de Diferença dentre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD); as características do corpo docente, por meio do censo da educação superior; e as condições oferecidas para o desenvolvimento do processo formativo (infraestrutura e instalações físicas, organização didático-pedagógica e oportunidades de ampliação da formação acadêmica e profissional), a partir do Questionário do Estudante. O indicador é calculado somente para cursos com, no mínimo, dois concluintes participantes no Enade.

Com informações do MEC.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica(Conif)


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